9 de set de 2018

Tomb Raider no modo Easy


Quem nunca deixou de fazer algo que gostava muito?
O tempo passa, as prioridades vão mudando, os gostos, corpo físico e mente têm que se ajustar à outras rotinas...

Quando filho era pequeno e o pai quis comprar um vídeo game, demorei para concordar, tinha preconceito, achava que ele ia se viciar, atrapalhar o aprendizado, que ia divertir mais ele do que o filho, essas bobagens...

A verdade é que acabei me apaixonando assim que comecei a jogar Sonic e X Men no nosso primeiro e saudoso  vídeo game, o Mega Drive.

Fez parte de minha vida por muitos anos, meus jogos preferidos foram Silent Hill, Resident Evil, Tomb Raider, Medal of Honor entre outros tantos.

Era tão gostoso passarmos na banca de revistas para comprar as revistas mensais de dicas, novidades e detonados. Hoje é só dar um clique e já sabemos de tudo.

Semana passada, depois de muitos anos sem jogar resolvi  matar saudade e confesso, não está sendo fácil, a cabeça já não ajuda, esqueço do que já fiz, difícil memorizar os locais por enquanto sem mapas, a jogabilidade com os novos controles é difícil para mim, os lobos me matam porque não consigo coordenar os movimentos dela e a mira....Ainda bem que o filho tem tido paciência em me orientar.

Sensação horrível  perceber os limites que envolvem o envelhecimento dos neurônios e corpo em geral, vontade de desistir, mas antes vou tentar...pelo menos mais um pouco. 
Reolhar o que gostávamos e deixamos de fazer pode ser um desafio, já que envelhecemos e não somos a imortal senhorita Lara Croft.

Ainda bem que pelo menos o prazer e emoção de jogar é o mesmo!

Há tempos de escalar árvores e há tempos de somente admirá-las.

Tomb Raider


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Semana 36




3 de set de 2018

Cachorrinhos queridos

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Semana 35

Este final de semana foi de matar saudade de ter um cãozinho em casa, meu ex se casou e a família dele (que ainda considero minha) para irem à festa deixou o Pequeno aqui comigo, não é fofo?!

Oi, sou o Pequeno!

Ele é um amor, totalmente tranquilo, já fiquei outra vez com ele e ficarei quantas precisarem, é muito bom e mato a saudade de ter uma vidinha zanzando pra lá e pra cá, para cuidar e amar.

Meu Reolhar foi uma mistura de presente e passado revivido, muita saudade do meu cachorro Millow, meu grande amigão!

Era o queridinho da mamãe, carneirinho saltitante
 mais alegre do mundo...


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27 de ago de 2018

Dignidade faz bem.

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Semana 34


Essa semana tive consulta com ginecologista no posto de saúde e me surpreendi com o atendimento da médica bem jovenzinha que me atendeu com tanta delicadeza e atenção, me ouviu, esclareceu dúvidas, orientou,  pediu os exames necessários para diagnóstico, observando meus limites com uma paciência linda de se ver, o que não é a regra nos atendimentos pelo SUS, quem usa sabe, na maioria das vezes mal olham na cara do paciente, somos um número da meta a ser cumprida para futuras "falsas" boas estatísticas a serem usadas em campanhas eleitorais.
Nada justifica não tratar as pessoas com o mínimo de dignidade.

Fiquei pensando e comparando com a clínica geral que havia me atendido ano passado, que diferença...mal olhou em minha cara, saí de lá chorando, me sentindo um lixo e sem direção.

A diferença entre elas está na essência do ser humano, muitos tem essa profissão por status, por dinheiro, por vocação, mas poucos a exercem com humanidade além da suposta competência. 

A humanidade seria bem melhor se as  pessoas exercessem suas funções, todas, pensando no bem que elas podem estar proporcionando aos outros e por outro lado, que todos que fossem beneficiados reconhecessem.

Precisamos de vocação e vontade para fazer e valorizar o bem, o resto é consequência, isso deveria ser regra e não exceção. 

Dessa vez saí do posto de saúde com um sorriso no rosto porque humanidade, gentileza e competência nos faz Reolhar o mundo com mais otimismo.


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