6 de jun. de 2021

Sebastião (conto)

Enquanto estrelas forravam o céu, na terra as janelinhas mostravam as luzes opacas das brasas de lenha  em cada humilde casinha de pau a pique da colônia erguida entre morros em uma  pequenina cidade de Minas Gerais, no final dos anos 20 do século passado.

Moradas abrigavam corpos cansados pela lida na roça, no terreiro e nos cuidados domésticos. 
Em cada casebre havia páginas invisíveis de histórias não contadas em livros, a oralidade se expressava naturalmente como sementes de dente-de-leão se semeando, levadas pelo ventos nos campos e brotando na terra acolhedora.
Os causos estimulavam a imaginação de toda gente, grande ou pequena, era desejo de conhecimento mesmo que inconsciente. Assim histórias eram repassadas e preservadas até que morressem quando ninguém mais as passassem adiante ou quando ninguém mais quisesse ouvi-las. 
Vividos ou repassados, os contos eram contados preferencialmente em dia de descanso semanal, em noites de luar, sem pretensão de palavras solenes, pois mal conheciam o beabá, nem mesmo as crianças conseguiam estudar adequadamente pelas dificuldades de acesso à escola.
As palavras ingênuas eram quase cantadas aos ouvidos curiosos de conhecimento e de outros horizontes além das montanhas que raramente transpunham. 
Eram momentos de reunião e alegria onde todos participavam, até os animais de casa e de criação.
Em dia de festa então, não faltava moda de viola e sanfona trazendo diversão ao terreiro compartilhado, todos vestiam roupas de festa cerzidas pelas mulheres da colonia: xadrez, floral, bandeirolas e flores coloridas de papel.
Ali ninguém possuía o teto onde habitavam, estes, pertenciam ao dono da terra, das plantações, da venda, de tudo que ousavam imaginar existiria além das montanhas conhecidas. 
Na prática havia um dono de corpos, a ele deveriam erguer as mãos aos céus,  agradecer o trabalho pelo pão de cada dia, vestimenta e teto, sem nunca reclamar. 
Acreditavam, no entanto, que suas almas a Deus pertencia.
-Senhor, olhai por nós!


Depois de um dia de labuta a noite esperada de descanso vem chegando, crianças repousam, já lavadas da poeira de quem precocemente já faz parte da rotina árdua de sobrevivência.
Numa das casinhas, em colchões de palha espalhados na terra batida, a família se ajeita para o sono restaurador.
Ainda sentem no ambiente o cheiro de angu com ovos, taioba e torresminho que alimentou a família logo que o sol se despediu no horizonte.

O calor da brasa amena no forno/fogão de barro aquece o cômodo único e mantem aquecidas as sobras para a refeição da madrugada antes de saírem para a roça.
É preciso estar com a barriga forrada logo cedo para aguentar a lida no cafezal e garantir as migalhas que sobravam do ordenado calculado pelo dono de tudo. 
Os dias de trabalho começavam antes dos primeiros  raios do sol, antes mesmo das aves cantarem.
Depois da rápida refeição, carregando seus bornais, chapéus e enxadas caminhavam juntos ainda no escuro até o cafezal. Chegavam junto com o sol que iluminava as plantações, os dias e mostrava as horas no céu.

 Antes de dormirem a oração da matriarca é ouvida por todos em silêncio respeitoso, dela vinha a sensação de proteção divina, força para a labuta inquestionável e necessária no dia seguinte.
As paredes de barro muitas vezes ocultavam os insetos transmissores de doenças, no cantinho de uma delas  dormia Sebastião, agarrado às mamas da mãe. Mirrada como ele, era a dona do alimento mais rico que havia por ali a lhe servir. Sugava o leite com sofreguidão se apegando às gotas de vida, de afeto contado e dividido.
Era fruto dos tempos em que controle de natalidade era o não me toque, a negação, era o desejo sufocado, rejeitado, temido, era o medo de outra vida colocar no mundo para sofrer.
Mas a vida insiste, entre uma negação e outra, a insistência surda prevalecia e nova vida era gerada, mais uma boca para alimentar, neste mundão a sofrer.
Assim um dia chegou ao mundo, Ião, como carinhosamente Sebastião era chamado. Franzino, uma mistura de etnias, pele parda, traços de preto, cabelos crespos e castanhos que herdara do avô português, olhinhos de bugre caramelados e curiosos, ainda não sabia o quanto o mundo era grande e o tanto que teria para descobrir. 
Tinha quase dois anos de resistência e sobrevivência.
A colonia era o mundo do pequeno, ajudava alimentando a criação mesmo com seus passinhos curtos. 
Com olhinhos atentos aprendia com as crianças maiores a cuidar, amar e respeitar os bichos, os morros, as plantações, a família, os outros colonos e até o dono de tudo. Sem saber o que são sonhos, queria ser como o pai e os irmãos. E também sonhava embarcar no trem.
Nas noites estreladas fragmentos de asteroide ou meteoritos riscavam o céu. Era o manto mais bonito que Sebastião deitado na rede gostava de ver, apontava o dedinho a cada risco no céu e sorria sempre com seu jeitinho encabulado para mostrar a quem estivesse ao seu lado. 
Assim eram os dias e noites do caçula até o anúncio de um novo rebento na família. Sem saber o porquê perdeu o amuleto da sorte, sua fonte de melhor nutrição, calor e afeto. 
Já era crescido, não poderia mais mamar em sua mãe, já percebera isso há um tempo, agora era definitivo e só lhe restava pedir, resmungar e chorar agarrado às pernas da mãe.
Aos poucos o pequenino Sebastião foi entristecendo pela saudade do colo e leite materno, ou de uma possível doença.
Foi perdendo as forças, não se animava nem mesmo quando o chamavam para ir na cidade, passar na venda e comprar um doce. 
Antes dele adoecer, o dia de ir no vilarejo era esperado e disputado por todos irmãos, pois nem todos podiam acompanhar os pais. O que Ião mais gostava de lá era ver o trem bem de pertinho, apitando e anunciando sua chegada na estação.
Lá da roça via o trem, mas era bem distante em um trecho da mata, largava tudo e corria de onde quer que estivesse para olhar fascinado. As vezes o trem passava à noite, as luzes dos faróis na mata escura faziam o pequeno dar pulos de alegria:
-Ô mãe,  ói trem, ói trem...
- Piuí, piuí, piuí...gritava correndo para alcançar o alto da pedra no terreiro para olhar o trem lá longe, antes que desaparecesse na encosta da montanha.


Há algumas semanas as famílias não se reuniam mais para os causos, todos entristecidos pelo "minino" que não melhorava. Chás de ervas, rezas, benzeções e visitas custosas ao "doutor" da cidade, nada parecia animá-lo.
Quando as estrelas cadentes riscavam o céu estrelado, os colonos que sempre clamavam por desejos básicos, alimento na mesa, saúde e que todas crianças vingassem, agora só pediam pelo pequeno Ião:
-Senhor, olhe por ele, assim como olha pelas estrelas e tudo que há no céu e na Terra.

Em mais uma noite de cansaço toda gente dormia, menos a mãe e Sebastião.
A mãe o pegou de seu cantinho no colchão e o acolheu nos braços, sentando-se na velha cadeira de madeira, o colocou sobre seu ventre crescido quase prestes a parir. 
Ele já não falava, olhinhos caídos, apenas murmurava poucas palavras desconexas, a febre já não cedia, não largava o corpinho frágil.
A mãe que não cabia em si de tanta oração e tristeza, impotente, cantou baixinho em seu ouvido uma canção de ninar. 
Lá fora só o som noturno da mata, grilos, rãs e sapos com suas cantorias.
Em um canto da janela começava a despontar a lua cheia, mas o trem não passaria na noite iluminada para alegrar a criança.
Sebastião ergueu num esforço inesperado o corpinho debilitado, agarrado às mamas da mãe, alcançou com o olhar a lua cheia emoldurada pela janela aberta  e esboçou um sorriso. 
Apontou o dedinho: 
Ô mãe, ói trem, ói trem, ói trem...
Até a voz fraquinha se calar noite adentro e a lua atravessar a janela do casebre.

Todos ali e as estrelas lá do céu choraram pelo pequeno Sebastião, que de alguma forma naquela noite de luar embarcou no trem entre as montanhas e se foi para nunca mais voltar.


Dalva Rodrigues
06/06/2021

Nota: Com respeito à memória de minha vó, peço desculpas pelas possíveis e prováveis distorções do conto e  licenças poéticas.
Ainda me lembro de seu jeitinho e olhos marejados ao contar  a história de Ião.




107 comentários:

  1. Noooooooooooooossa,Dalva!

    Que linda e tão emocionante conto baseado nas lembranças que ouvias de tua avó.

    Tu escreves e descreves as cenas de modo encantador e já no primeiro parágrafo, lembraste e nos fizeste reviver em lembranças,as luzes das brasas das lenhas...

    Tudo tão rico em deralhes que parecia ali estar, ouvindo causos, vivendo os momentos de exaustão, mas de união familiar.

    Tristeza demais pela partida desse IÃO, que foi feliz em[nquanto viveu e teve a certeza do alimento da mãe garantido...

    Adorei do início ao fim. Parabéns!

    beijos, tudo de bom,chica ( E o livro,quando chega???)

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    1. Chica, querida, muito obrigada, que alegria sinto por ter conseguido passar emoção e realismo no conto, compensa quebrar a cuca :D
      Livro não rola não, amiga, não dou conta...E mesmo que conseguisse escrever, publicar é outro papo, a não ser pelos pagos e eu particularmente não curto. Já fico feliz demais por escrever por aqui mesmo e ter alguns leitores queridos como você, mesmo não tendo frequência nas postagens. Bjs

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  2. Tanta coisa pode ser extraída deste conto, minha amiga! Ele expressa aspectos antropológicos e sociológicos associados à família mencionada. O que quero dizer é que, para além das caracterizações individuais das pessoas deste grupo familiar, há a configuração social, na qual eles estão incluídos.
    Essa configuração, com todas as suas implicações, era a que encerrava um grande número de brasileiros, gente subjugada por pessoas mais poderosas, gente mantida à rédea curta, quase sempre levando uma vida em que a esperança de melhoria significativa era inexistente.
    Mas o conto também acaba sendo poético, já que os aspectos sublimes da vida não estão ligados às riquezas nem ao poder.
    Muitas famílias tiveram um ou mais 'Ião'. Muitas delas sequer se detinham para chorar as crianças prematuramente mortas, porque as exigências da vida não permitiam esse tipo de ação.
    Belo texto, parabéns!

    Um beijo

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    1. Muito obrigada, Marly! Era essa mensagem mesmo que queria passar. E mais triste é que quase um século depois ainda vemos trabalho praticamente escravo em muitos lugares remotos e até nas grandes cidades, de certa forma estamos sobrevivendo por migalhas sem perspectiva alguma e com direitos sendo retirados. Bjs

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  3. Oi Dalva, bn!
    Eu passei por aqui tão batida que deixei esse comentário no teu post do dia 18. Coisas da Dinha kkkk. Vou repetir aqui:
    Oi Dalva, bom dia!
    Fiquei super feliz de saber que vc fez e gostou das "minhas" batatinhas, agora das "nossas" né? kkk
    Só tenho mesmo que agradecer pelo carinho e pela atenção que vc sempre me dispensa. OBRIGADA!
    Bjssss e um belo FDS é o que desejo p/vcs

    Quanto ao conto "Sebastião", me fez lembrar muito da história que minha bisa contava de seus pais e irmãos. Eram 13 filhos e quando nascia um, um dos mais velhos era escolhido p/ficar como responsável e assim sucessivamente. A coincidência ficou ´por conta da morte do caçulinha, que no meu entender tinha +- a mesma idade do Sebastião e também das orações da família e de vizinhos.
    Bjsssss e já aproveito p/desejar uma semana muito abençoada p/vcs

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    1. Dinha, eu que não tinha respondido ainda lá, nem tinha postado ainda!
      Como a Marly disse e seu comentário só confirma, era muito mais comum do que os que não gostam de História acreditam. Fica a pergunta...evoluímos ou remodelamos o modo do sistema?
      Muito obrigada pelo carinho, boa semana, bjs

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  4. Que coisa mais linda de conto, mas com toda a realidade, que ainda se faz presente pelos cantos da minha Minas Gerais. Senti-me na historia da família reunida pela noite ao lado do fogão a lenha, uma panela cheia de mingau de milho com queijo e os causos de assombração e de pescadores. Ainda é muito viva as lembranças de uma infância feliz na simplicidade numa vila em Minas Gerais, com suas noites super frias, com uivos do lobo Guará na serra próxima. A luz de lamparina que impregnava as narinas na fumaça de querosene. Que beleza de retrato você pintou com este conto Dalva. Era como se eu estive a relatar tantos causos ouvidos naquelas noites. O Ião é o Toninho subindo o Pico do Amor de onde podia ver o trem levando o minério, o Toninho com medo de apontar a estrela com o dedo para não nascer uma verruga na ponta. Mas de romântico teve e tem a vila a exploração do homem pelo homem no árduo trabalho de Sol a Lua.
    Já me alonguei, mas seu conto é tão rico, que me balança em todas as minhas lembranças.
    Aplaudo minha amiga sua arte em refazer o conto poeticamente, mas sem lhe tirar as duras verdades.
    Beijo no coração e feliz semana amiga.

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    1. Que lindeza, Toninho, obrigada por enriquecer o conto com suas lembranças de menino da roça, muito obrigada mesmo!! Bjs

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  5. Uma história triste validada por uma realidade que sobrecarregou tanta gente.
    Abraço amigo.
    Juvenal Nunes

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    1. Nossa História teve e tem passagens cruéis, meu amigo, Juvenal!
      Obrigada pela leitura e comentário! Bjs

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  6. Jesus!!! Que conto emocionante! Estou em lágrimas!
    Beijos no coração!

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    1. Lucia, querida, muito obrigada pela leitura, fico feliz que tenho conseguido emocioná-la com meu relato! Bjs

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  7. Olá, Dalva, congratulo-me com você, cara amiga, por essa história narrada com grande sentimento, contando da história do menino Sebastião, que no final partiu com o trenzinho para não mais voltar. O conto mostra uma parte importante da cultura brasileira, sob vários aspectos, um deles, por exemplo, quando faz referência às histórias que são contadas pelos mais velhos e chama a atenção das pessoas que as ouvem, é a cultura oral, como ocorria na antiga Grécia, como ocorre com nossos índios e, com os que trabalham na roça, em muitos lugares do nosso país. No final da leitura, lembrei-me de um dos nossos maiores escritores, que se dedicou a escrever sobre esses aspectos semelhantes do nosso povo: Monteiro Lobato.
    Parabéns, Dalva, pelo excelente trabalho.
    Grande abraço, uma semana alegre e de paz.

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    1. Muito obrigada, Pedro! A transmissão de História sempre será importante, até mesmo os causos mais simples tem seu valor. Não podemos perdê-la de vista nem deixarmos ela ser adulterada por interesses oportunistas. Bjs

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  8. Dalva querida, que conto encantador! Mas triste. Muito.
    Gostei muito da maneira que você narrou, quanta ternura, e bem assim acontecia no interior, as histórias que escutava há muitos anos. O final do conto foi dolorido, mas que lindo, Dalva.

    " (...) de alguma forma naquela noite de luar embarcou no trem entre as montanhas e se foi para nunca mais voltar".

    Você leva tempo para nos presentear, já disse isso aqui, mas está perdoada, amiga...
    Aplausos!
    Uma boa semana, com saúde, cuide-se!
    Beijinho.

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    1. Muito obrigada, Tais! É triste mesmo, amiga, foi até opara mim escrever os relatos de minha vó com minha linguagem particular, mas sem perder a essência que ouvia na voz e gestos dela quando contava. Demoro, né, ainda bem que me perdoa! :D Bjs

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  9. que bonito, Dalva, e que sensibilidade a tua ao transformar em palavras escritas uma história absorvida por ti através da tua avó! recentemente assisti outra vez ao filme Tomates Verdes Fritos, creio que tu já tenhas visto, e tua postagem me fez, por algumas razões, lembrar do filme, daquela senhora contando a história daquela cidadezinha para a outra mulher, o trem, enfim. espero que tu estejas bem, um abraço!

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    1. Oi Ulisses, muito obrigada! Lembro do filme sim, se não me engano teve indicações ao Oscar no ano, mas só assisti depois nos velhos VHS, mas minha memória anda falha por demais, vou procurar para relembrar. Os trens são cheios de simbolismo e também está presente no livro Meu Pé de Laranja Lima, que é muito marcante para mim.
      Estou bem na medida do possível apesar da tristeza de tudo que vivemos. Espero que esteja bem também e que continue com sua lucidez jovem e forte. Bjs

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  10. Eu queria tanto saber escrever assim,
    com todas as letras, Dalva. Queria colocar
    nas minhas palavras o sentimento que você
    põe nas suas. Adorei. Muito bom, mesmo.
    Um beijo.

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    1. Muito obrigada, querido, Silvio! Bjs e cuide-se!

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    2. Tenho feito o possível,
      Dalva. Tenho feito.

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    3. Já deu, né Silvio, mas não tem jeito, amigo...é cuidar-se e de todos e msmo assim assim ainda há risco. Bjs

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  11. Querida Dalva
    Que profundas as suas palavras que me emocionaram.
    Uma história lindamente escrita.
    Deixo um beijinho carinhoso
    Verena.

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    1. Verena, muito obrigada pelo carinho e presença! Bjs

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  12. Oi Dalva, meus olhos marejados, a vida nem sempre é fácil, muitas perdas de gente que amamos que vai deixando a gente cansada.
    Amei, muito lindo, falou fundo no meu coração.
    Beijos,Vi

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    1. Muito obrigada,Vi! Não está mesmo fácil, amiga...o tempo vai passando, mais mortes, sem vida normal, sem certeza de imunidade para todos (sem contar os que não querem tomar), mentiras, incentivo a aglomeração e descuido, relaxo nas medidas de prevenção...aff Bjs

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  13. Uma história triste.
    Mas o seu conto é muito bom, ele retrata com mestria uma época em que as estrelas ainda eram visíveis pela ausência da poluição luminosa...
    Continuação de boa semana, amiga Dalva.
    Beijo.

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    1. É verdade, Jaime, nos meus tempos de menina o céu era espetacular, imagine no começo do século passado...uma viagem! Obrigada, bjs

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  14. O iam se foi. E a saudade ficou. Marcando vidas... E e assim é a vida. Uns partem mais cedo. Parabéns Dalva pelo belo enrendo que prende atenção do leitor. Nota 10 para boa escritora. Bjs querida e um bom final de semana

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    1. Muito obrigada, Nal! As mãe nunca esquecem, passe o tempo que for. Bjs

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  15. Oi Dalva,
    uma história triste pela partida de Ião que pegou o trem para as estrelas. Uma história cheia de emoções e lembranças de um tempo. Muito obrigada por nos recontar a história contada por sua avó.
    Um ótimo final de semana.
    beijos
    CHris


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    1. Eu que agradeço pela leitura e comentário, Chris! Temos que contar ou morre junto da gente, se bem que mesmo contando elas podem desaparecer, cedo ou tarde. Bjs

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  16. Querida Dalva,

    Li a história contada pela sua avó e descrita brilhantemente por você no texto com esperança de que o pequeno Sebastião se recuperasse da enfermidade e voltasse a sorrir. Infelizmente essas histórias eram muito comuns no início do século passado, o trabalho forçado na lavoura, a pobreza e dificuldade dos trabalhadores rurais, as enfermidades e doenças fatais para a época, um cenário muito difícil.

    Mas também existia a alegria das festas como você descreve no texto, a amizade entre as famílias, todos se ajudavam da maneira possível, era muito bonito ver esses sentimentos que hoje se perderam. Meus parabéns por relembrar uma história tão rica da sua avó, mesmo com final triste.

    Abraços e bom final de semana!

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    1. Obrigada, querido Alécio! Será que um dia vamos encontrar prazer e beleza nas coisas simples da vida, na vida em harmonia? como mudam os costumes, meu amigo, e algumas mazelas sociais só se aprimoram. Bjs

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  17. Ião partiu para as estrelas que o recolheram e abraçaram. Um Conto com a ternura dos tempos de embevecimento como nos dispúnhamos a escutar @s noss@s Maiores.
    Excelente o teu reporte.
    Parabéns.


    Beijo
    SOL da Esteva

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    1. Que doce comentário, Sol, obrigada, bjs!
      Obs: desculpe atraso em responder, cabeça por aqui falha muito, amigo.

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  18. Oi Dalva, bt!
    Estou passando p/desejar uma semana de muita paz e alegrias p/vcs
    Bjs

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  19. Querida Dalva, ao ler este teu conto fantástico, recordei toda esta miséria que existia na aldeia onde nasci, nos tempos didiceis da minha infância; os filhos eram muitos e, logo que um fazia o desmame, logo outro estava prestes a vir ao mundo. As mães tinham que trabalhar nos campos dos lavradores ricos ( fazendeiros ) ao jornal, como se dizia, trazendo para casa uns trocos que mal davam para que cada filho tivesse um pedaço de broa de milho e um caldo de couves ( sopa) às refeições. Os maridos às vezes tinham outro emprego, também mal pago e, se não tinham, acompanhavam as mulheres para esse trabalho quase escravo. As crianças ficavam " ao Deus dará " cuidados pelo irmão ou irmã mais velhos. A pobreza era muita, as casinhas mais parecendo barracas e os colchões de palha estendiam-se pelo chão, muitas vezes de terra batida onde dormiam todas as crianças, umas com as cabeças para cima, outras para baixo, para assim melhor se encaixarem. Até parece mentira o que estou a contar, mas, sim, Dalva, vivi essa epoca triste e, de vez em quando ainda converso com amigas minhas que passaram por tudo isso e que, hoje felizmente, estão muito bem; eram 10 filhos e só o pai trabalhava, com um emprego pouco remunerado; vinham muito a minha casa onde a fartura era maior, pois eramos só dois e isso fazia toda a diferença. Noutra casa vizinha eram doze e as dificuldades também eram tremendas; adorava essa gente e ainda hoje a amizade entre nós é grande. Senti muito a partida dessas mães que tanto trabalharam para que o pão não faltasse aos seus tantos meninos; eram exploradas pelos lavradores que não eram capazes de lhes oferecer um saquinho de batatas que pudesse mitigar a fome dessa gente. Infelizmente Amiga, esse tipo de escravatura ainda continua, com uma nova roupagem, mas igual na sua essência. Querida Amiga, adorei este teu conto que tem muito de verdadeiro; há muitas crianças como o Sebastião nos dias de hoje, crianças que nunca viram um trem, outras que nunca viram o mar e muitas, muitas que ainda morrem de fome. Uma vergonha! Muito obrigada, Querida Amiga e tudo de bom para todos vós, especialmente com SAÚDE Beijinhos e uma boa semana 🌻 ♥️

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    1. Obrigada, Emília, querida, pelo sensível comentário, que ajuda a ilustrar as realidades passadas e que ainda persistem em alguns lugares. A construção de riquezas em cima de sofrimento não tem moral e ético, não constrói um sociedade justa, não produz harmonia entre as classes. Bjs

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  20. Tempos difíceis...
    Emprego mal remunerado
    Só dois filhos
    Assim está melhor, querida Dalva! Relendo, acabamos por encontrar alguns erritos.
    Beijos
    Emilia

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    1. Imagine, Emília, não ligo para erros, deu para entender perfeitamente, amiga! bjs

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  21. Uma feliz semana, querida Dalva,
    obrigada pelo teu carinho deixado por lá...
    Cuida-te bastante.
    Beijo

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    1. Obrigada Tais! E cuide-se também! Amanhã finalmente tomo a primeira dose! :)

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  22. Uma forma tão linda de homenagear aqueles que vieram antes de nós é lembrarmos a forma como nos transmitiam os fatos vividos (alguns sofridos) e muitas vezes ignorados pelos mais jovens. Grata por partilhar
    Muita Luz e Paz
    Abraços

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    1. É verdade, Adelaide! Muito obrigada, que essa transmissão não se perca nas redes virtuais. Bjs!

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  23. Oi Dalva,
    voltando aqui para te desejar uma ótima semana.
    beijos
    Chris


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  24. Oi Dalva querida, bom dia!
    Desejo que vcs tenham dia muito maravilhoso. Por aqui está chovendo, mas uma chuvinha é tão gostosa que também torna o dia bem especial né?
    Bjssss

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    1. Tudo tem sua necessidade, que venha em equilíbrio e é muito bom, quase inverno!

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  25. Voltei e reli a história, não por distração mas porque gostei muito da primeira vez que a li.
    E fiquei de novo encantado.
    Bom resto de semana, amiga Dalva.
    Beijo.

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    1. Muito obrigada, Jaime, como não ficar feliz com uma releitura de um texto que fazemos com tanto carinho? Bjs, amigo!

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  26. Belo, belíssimo conto!!!
    Dalva, você demora para nos presentear com uma nova publicação mas a espera vale a pena pois o texto seguinte é sempre melhor que o anterior. Valeu, amiga Dalva!
    A história do pequeno Sebastião, aqui narrada com extrema delicadeza e beleza, tocou fundo no meu coração. Quem sabe escreve assim: de verdade!
    (Obrigada pelos comentários, sempre pertinentes, deixados no Pétalas.)
    Beijo, muita saúde.

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    1. Muito obrigada, Teresa, pelas gentis palavras! As histórias reais ou ficções baseadas em fatos reais são importantes para estimular o pensamento crítico, de toda gente.
      Adoro dar meus pitacos no Pétalas de Sabedoria, bjs

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  27. Oi Dalva boa tarde!
    Quanto ao comentário lá na Pepa, a gema era muito ruim mesmo, mas ela não estourava, descia redondo como diz o comercial da cerveja, muito pior mesmo era a Emulsão de Scott e o leite era p/aliviar a tortura kkk.
    Bjs querida

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    1. Hahaha...imagino a sensação da textura dessa meleca descendo inteira, redonda... misericórdia! Sobrevivemos. Bjs

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  28. Dalva,
    É bom ler aqui.
    Bjins de bom
    fim de semana.
    CatiahoAlc.

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  29. Reli e senti que partir para as estrelas é um destino, em bem abençoado...

    Beijo
    SOL da Esteva

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    1. Talvez tenha razão, Sol, quem saberá, não é meu amigo?
      Obrigada pela releitura!Bjs

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  30. Oi Dalva
    Um conto narrado com a sensibilidade de quem sabe fazer da prosa poética uma leitura plena de magia e encantamento
    A dura realidade, a morte, a dor... tudo narrado com esplendor
    Adorei mais este belíssimo conto
    Beijinhos

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    1. Gracita, querida, muito obrigada pelas palavras! Bjs

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  31. Conto muito bem escrito que me deliciou ler. Bem estruturado mostrando poesia, drama, sensibilidade e emoção. Gostei mesmo muito.
    .
    Um domingo feliz. Abraço
    .
    Pensamentos e Devaneios Poéticos
    .

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  32. Boa noite 💤 minha querida amiga Dalva!
    Ler você é viajar no tempo, é voltar para as Minas Gerais do meu coração, é sentar novamente na cozinha da fazenda,🌌olhando o céu estrelado através das amplas janelas e sentindo o calor e o aroma das brasas crepitando no 🔥 fogão enquanto os velhos contavam as histórias de 👻 fantasmas e assombrações. Graças a Deus, meu sogro não era este tipo de"dono de terras" explorador, apesar de haver muito mais daquele tipo descrito em seu relato do que gostaríamos.
    Veio à minha lembrança também a minha vovó, uma contadora de histórias que deu um colorido especial às noites da minha infância.
    Também eu, talvez por influência desta vó, sempre gostei de reunir as amiguinhas ao meu redor e, sentada na calçada, vendo aqueles rostinhos interessados, eu desfilava os causos ouvidos e guardados em minha memória.
    Amei e me emocionei com a sua narrativa, minha querida. Muitas crianças tiveram realmente as vidas ceifadas na mais tenra idade( e continuam até hoje)pela desnutrição e pela dificuldade dos pais de alimentar tantas bocas.
    Bela imagem do trem passando e levando o Ião para a sua derradeira viagem...belo o seu modo de narrar e nos prender a atenção. Um beijo 😘 carinhoso pra você 💖 minha querida amiga!

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    1. Leninha, querida, como queria ter pisado por aquelas bandas como você o fez, mesmo assim me sinto parte daquele lugar que viveram meus antepassados e construíram suas histórias.
      Gente exploradora sempre houve e haverá neste mundo, pessoas que não acreditam que dignidade é bom para todos.
      Muito obrigada minha amiga, bjs!

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  33. Bjssss querida e uma semana de paz e alegrias p/vcs é o que eu desejo

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  34. Oi Dalva obrigada pelo comentário carinhoso lá no Tacho, também brincava com as bolinhas (fruta) da mamona, aqui no quintal sempre tem algum pé que nasce, pois comprei "torta de mamona" certa vez e depois disso sempre brota mamona no quintal. Quanto ao retrocesso, acho que para os corruptos, este governo esta sendo maravilhoso, já tivemos muitos retrocessos.
    Muitos beijos,Vi

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    1. Eram bem divertidas as brincadeiras com mamonas...Essas aparições na terra são muito interessantes!
      Pois é, parece que uma parte decidiu que a corrupção é mesmo aceitável, se conformaram, desistiram de lutar contra ela ou estão se beneficiando dela.
      Muito obrigada, bjs!

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  35. Gostei de reler este magnífico conto.
    Continuação de boa semana, amiga Dalva.
    Beijo.

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  36. Oi Dalva,
    voltei por aqui para te desejar um ótimo final de semana.
    beijos
    Chris


    Inventando com a Mamãe / Instagram  / Facebook / Pinterest

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    1. Eu também, Chris, mas nossa
      amiga não tem parado em casa...
      Um beijo para vocês duas.

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    2. Silvio...hahaha, o que mais tenho feito é parar em casa, pelo menos literalmente, bjs!

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    3. Obrigada, bom fim de semana, Chris, bjs!

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  37. Olá, Dalva, passo para desejar a você, minha amiga, uma excelente semana, sem descuidar-se do vírus.
    Um abraço!

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    1. Obrigada, Pedro! Vamos nos cuidando, sim, não quero morrer na praia! rs

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  38. Passando para deixar um beijinho à delicada amiga!
    Uma ótima semana, querida Dalva.
    Cuide-se bastante.

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    1. Taís querida, obrigada! Vamos nos cuidando e nos protegendo do frio, imagino aí no sul! Bjs

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  39. Eu só não falei que estou
    estudando não para melhorar
    minha escrita, mas para escrever
    assim, igual a você (pelo menos
    parecido)
    Um beijo e muito, mas muito bom
    dia.

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    1. Amigo, se soubesse como meu cérebro está para escrever...não ia querer escrever como eu hehehe Bjs

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  40. Uma boa tarde amiga.
    Sei que Sampa está fria pelo lado de Santo Amaro,
    mas nada que impeça de uma semana leve e alegre, apesar dos pesares.
    Carinhoso abraço.

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    1. Ainda tá frio, Toninho, mas vamos nos agasalhando e buscando dias alegres, sim, apesar dos pesares. Obrigada, bjs

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  41. Continuação de boa semana.
    E feliz mês de Julho, amiga Dalva.
    Beijo.

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  42. E lá se foi meio ano e ainda com pandemia...Obrigada, jaime! bjs

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  43. Oi Dalva querida, boa tarde!
    Estou passando p/desejar mais um FDS maravilhoso p/vcs.
    Bjssss

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  44. Relendo, revendo e te saudando...


    Beijo
    SOL da Esteva

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  45. Dalva, vim ver se havia novidade aqui e te agradece5r TODOS os carinhos e comentários por lá deixados! Linda semana! beijos, tuuuuuuuuuuuuuudo de bom,chica

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  46. Passando para ver as novidades por aqui, querida Dalva,
    uma feliz semana, com saúde! Cuide-se.
    Beijinho.

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    1. Obrigada, Tais, querida, continuemos a nos cuidar, logo mais sai um post. Bjs

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  47. Olá querida Dalva! Vim agradecer sua visita e matar saudade das suas maravilhosas postagens. Que história emocionante! Amei! Parabéns! Abraços, fica na paz.

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    1. Que alegria vê-la por aqui Lourdes, muito obrigada! Bjs

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  48. História com H maiúsculo contada com ternura e delicadeza. Me sinto arrebatada e um pouco arrebentada pela dor da perda, da vida difícil, da delicadeza da sua narrativa. A vida era muito difícil no inicio do século XX para a população pobre desse país, ai nos livros a gente encontra estatísticas e analises sociológicas e essa dimensão humana da dor, da ternura, do trabalho e das perdas dessas pessoas se perde... mas a gente ainda as encontra em narrativas lindas como a sua... a gente ler e chora e sente e guarda no coração que é lugar quente. Obrigada por isso!

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    1. Muito obrigada Jaci, pelas palavras tão ternas apesar da dor que sente...Que a sensibilidade não morra no coração das pessoas, no sentir. Bjs

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  49. Olá, Dalva
    Este conto, que prendeu a minha atenção desde o início, e no final me causou enorme arrepio, me fez lembrar as histórias que meu pai contava dos tempos dos avós dele.
    Também havia por lá um senhor feudal que mandava e desmandava nas vidas dos seus assalariados, que nada possuíam a não ser a alma, que a Deus pertencia.
    O pequenino Ião teve vida muito curta, a exemplo de tantas crianças que não chegavam a adultos, sequer a jovens, vítimas de doenças e má nutrição, e das condições miseráveis em que viviam.
    Adorei ler o seu conto, excelentemente escrito (como é habitual)e muito, muito comovente.
    Obrigada pela partilha.

    Continuação de boa semana.
    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

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    1. Eu que agradeço, Mariazita! Os séculos passam, amiga e a mentalidade egoísta continua ignorando a dignidade humana, quase sempre o trabalho é como uma esmola e não uma troca justa para o crescimento das partes. ainda bem que ainda existe mentes mais progressivas, que lutam por um mundo melhor para todos. Valeu pelas palavras que muito me incentivam! Bjs

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  50. Oi Dalva querida, bom dia!
    Mais uma vez fiquei sem internet, o que nem é novidade por aqui, mas mesmo atrasada, desejo que o restinho da semana seja muito especial p/vcs.
    Bjssssss

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  51. Voltei para ver se havia novidades...
    Aproveito para lhe desejar a continuação de uma boa semana, amiga Dalva.
    Beijo.

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  52. Obrigada, Jaime, bom fim de semana, amigo! Bjs

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