22 de set de 2019

Meninas, igarapés, choros e gritos.


Esta arte de rua em estêncil, criada por uma mulher, fica no centro de São Paulo, próxima a Câmara dos Vereadores na Rua Santo Antonio. Difícil não se sensibilizar ao passar por ela e ler a frase, seus supostos significados.


A frase do mural, na foto tirada de dentro do ônibus está encoberta pelas árvores que parecem um refúgio rodeado de concreto,uma pequena mata para a garotinha indígena representada na arte que grita aos nossos governantes toda destruição e tristeza que causamos. 
Ela quer proteção para as matas, bichos e povos que cuidam das riquezas naturais.

Havia tantos igarapés. Havia tantas matas.

A destruição pode ser lenta, mas de alguma forma um dia ela afetará até os que a incentivam ou seus descendentes. Se é que os donos de todo tipo de poder se importam com isso ou com os aprendizados do passado. 

Rios de lama e lágrimas se espalham nos cursos dos rios e nos olhos dos alvos de ganancia e insensibilidade.



Ághata, violência, balas
Menina Ághata


A menina da comunidade morre assim, friamente, sem despedidas, sem aviso.Fim.
Só o choro, sofrimento infinito de quem a amava e ficou.

Só existe medo onde a violência combatida com violência impera. 
Medo é o caminho diário de quem precisa ganhar o pão, sobreviver, fingir-se invisível às balas que cortam os ares, rompem paredes, penetram corpos, exterminam meninas, meninos, famílias, sonhos...
Na verdade o sonho que se tem é sobreviver , dormir e acordar sem ser alvo de balas que destroem seu lares, sem pedir licença, sem compaixão. 

Meninas não deveriam ser mortas, deveriam estudar, crescer, tornarem-se mulheres,lutar por um viver melhor,em paz. Por um mundo que não nos dão.

Meninas precisam sobreviver.
Mulheres de luta não podem ser assassinadas.
Mulheres de luta devem ser lembradas em todos cantos do mundo.

jardim



A culpa é de quem?

De onde vem as balas?
De onde vem o dolo?
De onde vem toda destruição?

Do cidadão?
Do policial bem armado?
Do malandro acuado?
Do traficante poderoso?
Do vereador relapso?
Do prefeito sem noção?
Do governador que decola de fuzil na mão
mirando a favela e o  poder da nação?
Do congresso descompromissado?
Dos juízes sem ética e parciais?
Do presidente que dá cartas brancas, 
 incentiva todos os vilões?
Da  nossa omissão?
Do voto
daqueles que não se importam
com a dor que é apenas do lado de lá
de onde ainda
podem se abrigar?!

Não se iludam
 balas e destruição
 podem estar em todo lugar.
Um  dia  podem lhe acertar.
Será sua vez de chorar
ou sua família
pelo que não se pode resgatar.


Dalva Rodrigues
22/09/2019

Paz sem voz
Não é paz, é medo!

O Happa


“Sabe qual era a arma que tinha dentro da mochila da minha neta? Lápis, caderno, apontador, livro. Tinha um simulado que ela fez nessa semana e tirou 7! Essas eram as armas que a Ágatha gostava de usar.” (Airton Félix, avô da menina morta por tiro de fuzil no Rio)

A frase acima foi colaboração da amiga, Chica.







51 comentários:

  1. Meu Deus, Dalva! Impactada aqui diante de tanta sensibilidade em teu post,imagem inicial,poesia e infelizmente tanta insensibilidade de todo o resto ...
    Triste ver qualquer inocente morrer,seja homem,mulher,professores,policiais...Ficamos cada vez mais chocados com tanta crueldade.
    Ouvir as v o ser das famílias e hoje,do avô da Aghata...Tris t e demais!
    Muito coerente todo teu texto! Parabéns! Até quando teremos que cenas assim assistir e pior: ver governo encarar com normalidade e até agora nenhuma palavra apenas desculpas esfarrapadas! Bjs,ótima primavera!chica

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    1. Dalva, voltei agora pois vi essa frase e acrescento:
      aqui.Triste e comovente:


      “Sabe qual era a arma que tinha dentro da mochila da minha neta? Lápis, caderno, apontador, livro. Tinha um simulado que ela fez nessa semana e tirou 7! Essas eram as armas que a Ágatha gostava de usar.” (Airton Félix, avô da menina morta por tiro de fuzil no Rio)

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    2. Chica, obrigada pelo comentário, demoro para escrever, daí acabo fazendo uma "salada", mas no fim dá para matar a fome de expressão!!
      Até quando? É a pergunta que não pode se calar, tudo está conectado, reflete em todos, temos que cobrar. bjs

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    3. Nossa, Chica...é de cortar o coração...E todo dia andar com esse medo..
      Vou editar colocando a frase, obrigada pela colaboração, amiga!

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  2. OI Dalva, que post lindo e emocionante.
    Muito triste a destruição que assistimos por aí a todo instante.
    uma ótima semana pra você.
    beijos
    Chris
    Inventando com a Mamãe / Instagram  / Facebook / Pinterest

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    1. Oi Chris, parece que não tem fim, só cresce...triste mesmo. bjs

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  3. Minha querida Dalva,
    Eu fico triste ao ver o meu Rio de Janeiro "entregue as baratas"... Aos milicianos.
    "Balas perdidas" sempre encontram alguém e, geralmente alguém de bem, que não tinha nada a ver com as guerras urbanas sem solução.
    O profeta Gentileza (José Datrino), aqui mesmo no Rio de Janeiro, pedia mais gentileza, pois, "Gentileza Gera Gentileza!"... Mas, a gentileza ficou cinza, com a tinta que apagou das pilastras, as mensagens que José Datrino havia nos deixado como aviso de bondade e tolerância.
    Um beijo para ti minha querida e bom início de semana!!!

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    1. Oi Doug, precisamos mais de inteligencia policial e estrutural do que de violência, as estatísticas provam que não está funcionando e o custo é alto em todos os sentidos. É cortar o mal pela raiz, não arrancar todas as árvores da floresta. bjs

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    2. Dalva, minha querida Dalva,
      O ser humano, anda cada dia menos "SER", piorou denominar alguns de "HUMANOS"...
      E sobre inteligência policial, isso em uma sociedade corrupta, onde as corporações estão todas "contaminadas", é pedir um milagre. O próprio vice-presidente (que é militar de carreira), dia desses disse, que não anda existindo diferença entre polícia e bandido no Brasil.
      É como diria a minha vó Lourdes: "Durma-se com um barulho desses!"
      Beijos!!!

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    3. Caro Doug, quisera a falta de caráter fosse característica de um único grupo, partido...
      Político antes de o ser, é cidadão como todos nós, a diferença é que estão mais expostos às oportunidades de se dar "bem". Já assistiu a série Peaky Blinders? Ainda não terminei, mas recomendo, a arte nos mostrando como as coisas funcionavam nas primeiras décadas na Inglaterra, e de certa forma ainda nos assombra muito no presente...presidente, militares, milícias, traficantes, o cidadão...somos todos peças desse tabuleiro de poder. Só resta aos cidadãos de caráter (os que resistem) sobreviver. Bjs

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    4. Dalva,
      Vivemos dias de incertezas com insinuações até da volta da censura por parte do governo. Eu, enquanto jornalista, acho isso o fim da picada. Já como cidadão e eleitor, clamo pelo voto facultativo faz tempo, pois, voto obrigatório não faz parte de um país que se diz democrático.
      Sobre a série "Peaky Blinders", eu conheço. É da "TV BBC", com temática que envolve crimes de famílias de gângsteres na Inglaterra no começo do Século XX, que contam com figuras históricas para contar a trama. (Não vou dar Spoiler, mas, o ator "Brad Pitt" está no elenco na sexta temporada), nesse "tabuleiro de poder", qual a amiga tão bem citou.
      Saindo da ficção e retomando o assunto, creio que quando as Escolas ainda ensinavam "Moral e Cívica" e "OSPB", os alunos sabiam o significado da "Ordem e Progresso", que está estampado na nossa bandeira.
      Beijos e bom fim de semana!!!

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    5. Doug, as matérias citadas, pelo menos para mim, só serviam para tirar nota 10, pura decoreba, não se permitia um pingo de reflexão, era aquilo que queriam que acreditássemos e ponto final.
      Era rebelde, mas sem causa. Obrigada pela troca de ideias, bjs

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  4. Minha querida seu texto nos comove e nos leva a refletir sobre toda essa violência, da qual pode atingir cada um de nós. Seu texto fala de dor, de revolta e pede socorro para todos os inocentes que estão na mira da violência, da falta de amor e do respeito à vida.
    Abraços afetuosos!

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    1. Oi Lucia, o mínimo que podemos fazer é nos colocarmos no lugar de quem sofre essa realidade todos os dias, seja nas comunidades alvejadas, nas beiras de barragens destruídas ou prestes a romperem,nas matas invadidas, queimadas, destruídas..Bjs

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  5. Bom dia de Primavera, querida amiga Dalva!
    Infelizmente mais uma florzinha foi morar nos jardins do paraíso... antes, bem antes da hora...
    Ela encantará a primavera dos anjos celestiais, mas deixa um perfume de cravo no coração de todos nós e, sobretudo, do avô que emociona em cada reportagem que dá falando da netinha amada.
    Imagino-o como está sofrendo porque também sou avó... como é grande a sua dor, meu Deus!
    Seu poema ficou perfeito dentro de todo contexto do post. Muito sensível à toda dor que todos sofremos por tanta bala perdida seja de quem tenha partido, vidas são ceifadas, nos deixando a todos de luto, de alguma forma.
    Tenha uma Primavea abençoada, amiga!
    Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem

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    1. Obrigada Rosélia, a gente vai tentando absorver as pequenas alegrias como as flores que enfeitam os dias, porque está muito triste esse paraíso, lá ou cá. bjs

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  6. Olá, Dalva!
    Vim aqui pra desejar a você uma primavera iluminada, florida, agradável, e de paz. Mas, ao ler o seu texto, observar as imagens, e conhecer o conteúdo que a menina carregava na mochila me senti hipócrita.
    Imagino o paraíso um lugar cheio de meninas e meninos pretos e pobres, com os corpinhos arrebentados por balas enviadas pelo poder da ganância.
    Vou te deixar uma frase de um jornalista que não me lembro o nome agora: " A ZONA SUL ESTÁ MUITO MAIS PERTO DE MARTE DO QUE DO MORRO DO ALEMÃO "
    Um abraço solidário e libertário. Marielle vive!!!

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    1. Faz todo sentido essa frase, Sandra, é muito sangue derramado e pelas palavras proferidas pelo tal governador, vai continuar...o morros serão cada vez mais vermelhos como o planeta Marte.
      Marielle vive, sim, mesmo que muitos não queiram, como nos tempos não tão passados da escravidão e dor. bjs

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  7. Oi, querida Dalva, que loucura tudo isso, o avô da menininha... quantas balas perdidas, quantos assassinatos nesse país, saímos de casa e não sabemos mais nada. Triste Brasil, como pudemos chegar a isso... é lamentável essa destruição generalizada. Ver o Brasil erguido acredito que não será para nossa geração.
    Beijo, amiga!

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    1. Tais, também tenho essa sensação de que não veremos dias de paz, parece até pior que nos tempos medievais onde não tínhamos todo conhecimento...Era para estarmos mais civilizados e vivendo em paz com nossas diferenças, que as pessoas tivessem o mínimo de dignidade para não estarem sujeitas a todo tipo de violência social que no final das contas reflete em todos. Bjs

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  8. Oi Dalva, é triste tantas tragédias que tendem a intensificar-se, infelizmente. Dificilmente o poder público dará jeito. Temos que nos dar as mãos e rezar para o caos não chegar ao limite do insuportável. Leia no google A TRAGÉDIA DOS COMUNS. O planeta está lotado! Cada vez mais aglomerações densas e áreas abandonadas. A densidade populacional faz a TORRE DE BABEL ou a "gaiola das loucas", o enlouquecimento universal - poucos com muito e muitos sem nem um pouquinho do pouco. Não existem mais "os culpados" - são as contingências - o meio fazendo o ser... É pavoroso! Só Deus... Grande abraço! Laerte.

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    1. Oi Laerte, obrigada pelo comentário e dica, hoje a tarde vou pesquisar.
      Sem dúvida a questão é séria, grave, não vejo boas perspectivas no mundo, aqui no Brasil, menos ainda. Bom domingo, bjs

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  9. Querida Dalva, boa noite!
    Dói no coração ver a estatística de crianças atingidas por bala perdida, até quando a população vai suportar tudo isso e assisir de braços cruzados sem ter a quem pedir socorro? O consumo de droga deu início a toda essa disputa pelo poder e estão enloquecidos matando quem vem pela frene. Só Deus na causa amiga, pois os gestores estão a lá os três maquinhos.

    Feliz findi querida

    Bjss

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    1. Oi Diná, problemas sociais não são fáceis, mas só se melhora mexendo nas raízes deles e para isso é preciso vontade política dos governantes e cobrança/participação de toda população. Obrigada pela presença, bjs

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  10. Dalva querida, vim novamente agradecer tantos carinhos nos blogs, cada um com teu jeitinho!Obrigadão! Linda semana,bjs, chica

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  11. Olá querida Dalva,
    Eu compartilho com você dessa mesma dor, estamos matando as nossas crianças que só querem estudar para terem um futuro melhor, é revoltante o que acontece hoje no Brasil com a conivência de prefeitos, governadores e do nosso atual presidente. Imagino a dor da família ao perder sua filha tão estupidamente por conta de uma guerra que não é dela, até quando o sangue de inocentes será derramado? Triste isso, mas precisamos seguir lutando por um país melhor! Mais amor e partilha, é disso que o mundo precisa.
    Beijos

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    1. A falta empatia é assustadora, Alécio, não conseguir se colocar no lugar de quem está passando por tantas dificuldades e carências...Amor e partilha é só da boca para fora dos envolvidos bjs

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  12. Dedo na ferida.
    Só gritando mesmo, Dalva.
    Talvez assim nos ouçam os
    surdos...

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    1. Já são tantos gritos, Silvio, meu medo é que eles silenciem, aí ferrou de vez. Abraço.

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  13. Querida Dalva
    É tanto absurdo que parece que as pessoas estão anestesiadas...infelizmente
    Ótimo post! Adorei a reflexão. Lindo o mural do prédio.
    Que judiação esta menina e que letra forte desta música/poesias
    Obrigada pelas suas visitas la no blog, elas me deixam feliz da vida :)
    Beijos querida e uma ótima semana
    Claudia

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    1. Obrigada pelo carinho Claudia, adoro passar pelo seu cantinho! bjs

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  14. Boa noite, Dalva!
    Passando pra desejar a você um bom domingo,
    beijos.

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  15. Tão tocante teu texto, Dalva! O poema é tão real, infelizmente.
    Adorei o mural do prédio.
    Pobre menina! Um dia será vingada.

    Beijos e boa semana.

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  16. Linda imagem, sabe amiga o resultado da destruição já está visivel e temos alertado, mas os "donos do poder" tem ignorado, no Paraná a represa do Rio Iguaçu que outrora somente se cruzava de barco, agora da pra caminhar à pé. Hoje soube que em Santa Catarina também tem um rio grande que está seco feito pedra. Isso faz a alma sangrar, dias muito tristes temos pela frente, talvez não para nós mas para os que nascerão daqui a 20 anos.
    Muita Luz e Paz
    Abraços

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    1. Adelaide, triste essas coisas acontecendo... no planeta todo, lentamente (nem tão lento assim ultimamente) e ignoram...Eles se atrevem, a mocinha, Greta Thumberg tem toda razão em lutar pelo futuro de sua e novas gerações, é pela existência humana, dos bons e maus. bjs

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  17. Oi Dalva, é tudo muito triste, mas eu fico pensando até que ponto nós somos solidários, conscientes, essa coisa fica martelando minha cabeça, a imprensa divulga e logo aparece uma massa fazendo um movimento, agitando, gritando, depois vemos essas mesmas pessoas em shows caríssimos (como Rock em Rio), carnaval etc e tal, viajando para o exterior, curtindo a vida despreocupadamente; Gritou, agitou para aliviar a consciência? porque mudar o comportamento, como por exemplo a maioria deixar de ir nesses shows, no carnaval e etc, exigir que todo esse dinheiro, gasto nessas festividades, fosse aplicado na segurança e educação dos pobres, porque os ricos e políticos tem segurança, dificilmente vemos algum politico ou um milionário serem atingidos por balas perdidas.
    Mas no andar da carruagem os pobres continuaram pobres, famintos, morrendo de bala perdida, e os abastados continuaram fazendo sua parte: demagogia.
    Amei seu texto, seu poema.
    Boa semana,beijos,Vi

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  18. Vi, penso que as pessoas apesar de protestarem, mesmo as que tem uma vida mais cômoda, não querem abrir mão de seus frutos e sinceramente não acho que estão erradas, afinal pagamos impostos e eles deveriam ser suficientes para zelar pelo seu povo, e não estamos em um regime comunista. Toda forma de protesto é valido, venha de onde for, não é preciso sentir na pele a dor do outro para imagina-la.
    Agora, aqueles que OSTENTAM várias viagens por ano, mansões com trocentos ambientes que nem tem necessidade, closet com trocentas peças de roupas e calçados com etiquetas que alimentariam ou proporcionariam um pouco de cultura para comunidades carentes...Esses querem perpetuar as diferenças gritantes,escolhem quem os representam, querem é que matem mesmo, afinal não é por essas bandas que o poder entra com suas armas atirando sem critério algum.
    Enquanto não se fizer diferenças que diminuam a desigualdade gritante, que deixa as pessoas sem perspectivas alguma na vida, sem dignidade, elas vão reagir e refletir nesse caos todo que vivemos.
    Obrigada pela visita e comentário, bjs

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  19. Oi, Dalva!
    Que triste, não é mesmo? Não faz muito tempo desta postagem, da morte da menina Ágata, são tantos mortos que vamos substituindo nomes, apenas nomes... agora já é Kevin, amanhã quem será?
    Tempos horrorosos!!!
    Um abraço, minha amiga.

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    1. Sim, totalmente banalizado, Sandra...E pior, sem nenhum projeto sequer que possa mudar essa direção violenta, ao contrário, querem liberdade para aumentar ainda mais. Muito triste mesmo, amiga...bjs e obrigada pela visita.

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    2. Olá, Dalvita,

      Estou tendo que ficar meio ausente do blog e da da blogosfera, por motivo de saúde, desculpe, por favor, os meus atrasos.
      Encaro a atual situação do Brasil e do mundo da mesma forma que você: com apreensão e perplexidade.
      O coração humano não foi feito para a contradição e a injustiça, embora essas coisas sejam muito comuns na humanidade. Nós precisamos de um mundo que faça sentido, em que as virtudes sejam valorizadas pelo que são: norteadoras de nossas vidas. Sonho com o dia em que haveremos de sair finalmente da barbárie!

      Beijo

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    3. Oi Marli, saúde é prioridade, sempre, cuide-se muito bem!
      Essa "evolução" humana tá difícil de engolir, amiga. obrigada pela visita, bjs

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  21. Dalva, obrigada pelo comentário lá no blog. Os encontros aqui em casa têm um custo baixo, baixíssimo - equivalente a pedir uma pizza para os de casa ou uma ou duas idas à manicure. Não teria condições de fazer tantos encontros se tivesse que comprar tudo pronto. Bem, eu adoro. Beijos

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    1. Helena, eu que agradeço a visita! O afeto envolvido em preparar pessoalmente seja uma refeição, um mimo de presente, decorar...agrega valor emocional e é lindo! Não que comprar feito seja errado, mas sei lá...fica faltando uma pitada de alma. E com estas costuras lindas, tenho certeza que as pessoas se encantam! bjs

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  22. Boa noite!
    Querida amiga, o poetizando está de férias, mas a nossa amizade não!
    Diante de tanto carinho e apoio recebido nesses dias, que foram importantes para me reerguer e segui em frente. Fiz uma singela postagem em agradecimento aos meus queridos amigos e amigas, que são verdadeiros presentes divinos.
    Obrigada por tudo! Deus esteja sempre lhe protegendo a todo instante.
    Abraços da amiga Lourdes Duarte.

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  23. OI DALVA!
    TANTA VIOLÊNCIA E PARECE QUE QUEM TEM O PODER DE FAZER ALGO, NÃO ESTÁ NEM AÍ.
    ABRÇS AMIGA
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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  24. Obrigada pela visita e comentário, Zilani! bjs

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  25. Oi Dalva, tudo bem? Sempre passo aqui para saber se tem novidades. Fico aguardando.
    beijos
    Chris
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