27 de ago de 2011

Linguagem do Amor

Mais uma vez em minhas divagações existenciais e como não podia deixar de ser, sobre o amor, sempre o tal do Amor...quisera achar as palavras para usá-las em um poesia toda rebuscada que acalentasse meu ser errante...
Amar é verbo transitivo e intransitivo...como expressá-lo então?
Posso expressar com eloquência (saudade do trema)  meu amor, mas de que adianta se ele só transita em mim, não percorre os caminhos do amor do outro? Todo complemento precisa de permissão...imperativo, nem pensar!
Poderia ainda usar a linguagem das reticências para expressar...são tão tentadoras e um coração apaixonado pode se perder em um labirinto de possibilidades...Não, reticências são muito perigosas...
Em meus devaneios...e somente neles, eu te procuro, tu me procuras, nós nos procuramos...não há ponto final. Talvez um dia nos encontraremos novamente e concordaremos que o melhor tempo verbal é o presente, onde as recordações do passado alimentam as letrinhas que expressam todo o nosso Amo
r.
Melhor é não expressar...não haveria palavras...é deixar o tempo futuro apagar
.
 










Pstagem original:  Publicado em: 6 de janeiro de 2009 às 10:50

2 comentários:

  1. Ainnnnnnnnn... amei... Dalva, querida, que bom que resolveu publicar seus escritos, divagações e poemas... isso precisa ser compartilhado... é tão bom ler textos como o seu, com essa leveza da pena aliada à profundidade do tema. Parabéns, lindo, lindo, lindo

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  2. Que bom que gostou Gilian, a intensão pelo menos é de escrever sempre com leveza!

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